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Pessoas que exercem trabalho sexual

Merece cuidados sem juízos de valor.

Para pessoas que exercem trabalho sexual ou prostituição.

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Já evitou pedir ajuda por medo de ser julgado?

A sua atividade não define toda a sua vida nem permite presumir o seu estado de saúde. Merece cuidados respeitosos, informação útil e apoio que tenha em conta as suas prioridades.

O seu trabalho não é um diagnóstico

Exercer trabalho sexual não significa ter VIH, hepatite ou outra infeção. As decisões de cuidados devem basear-se nas necessidades concretas.

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Fale do que precisa hoje

Pode pedir apoio para qualquer questão de saúde, bem-estar ou situação social. A consulta não tem de se limitar a infeções sexualmente transmissíveis.

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Peça privacidade e explique os seus limites

Pergunte para que serve cada dado e quem poderá consultá-lo. Diga que forma de contacto é segura para si.

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A prevenção deve ser útil para si

Pergunte por testes, vacinas, preservativos ou outros apoios disponíveis. A equipa deve explicar as opções sem pressionar nem culpabilizar.

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Perante violência, procure apoio seguro

A violência e a coação não são culpa sua. Pode pedir ajuda a uma organização de confiança para avaliar formas de proteção e opções adequadas.

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Combine cuidados compatíveis com a sua vida

Fale de horários, mobilidade e dificuldades em regressar. Uma organização comunitária pode acompanhar ou apoiar a continuidade dos cuidados.

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As suas decisões e a sua segurança importam.

O trabalho sexual consentido entre adultos e o tráfico de pessoas são distintos. Se existir coação ou exploração, é necessária uma resposta adaptada e segura.

Pode dizer: «Quero falar do que preciso sem que me julguem».

Fontes e mais informação

Adaptação editorial dos princípios da dignidade, comunicação e cuidado centrado na pessoa. As frases e perguntas são propostas práticas e não citações literais ou garantia de serviços ou direitos específicos. Os resultados do estudo espanhol sobre o VIH não são generalizados para esta população.

Revisão profissional, comunitária e linguística pendente.

Edição: 18/10/2026

Contacto: Antonio Martín · MOBHOPE · antonio.martin@iisgm.com

Não envie diagnósticos nem documentos pessoais para este endereço.

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